
Seguindo na semana do 1º ano de nascimento do Novo MEPR, o quinto documento a ser repostado é o “Chute um fascista e ganhe outro de brinde: em dois dias seguidos, Novo MEPR e estudantes combativos rechaçam milícias fascistas na USP e na UFF”. Nele mostramos como se deve lidar com um fascista que é com luta e sob o lema POUCAS IDEIAS, invadiram a USP e foram expulsos a pontapés e vassouradas e no dia seguinte invadiram a UFF, agrediram alguns estudantes e foram feito de saco de pancada por esses e por muitos outros que se juntaram para expulsá-los, tendo que sair de ambulância. Também denunciamos que esses chorumes em forma de “infuencers” estão organizados em milícias fascistas e que são ligados a grupos de repressão e paramilitares. Adicionamos o vídeo dos fascistas sendo expulsos da USP com relação ao documento original.
15/05/2025
Coordenação do Rio – Novo MEPR
Abaixo, reproduzimos Nota enviada pela Coordenação do Rio do Novo MEPR.
Nesta quarta, 14, e quinta, 15, a juventude combativa, agrupada em torno do Novo MEPR, mostrou na prática como se combate o fascismo: com luta! Na quarta, os estudantes expulsaram a empurrões, pontapés, socos e vassouradas os provocadores do chamado “Instituto União Conservadora”, na USP, e na quinta os desocupados da “União da Direita Nacional (UDN)”, na UFF. Na USP, fato mais grave, a guarda universitária e a PM detiveram dentro do campus dois estudantes em retaliação aos atos anti-fascistas, chegando ao ponto de acusá-los de “colar cartazes”. Isto prova que por trás destes “influencers” lixos, não raro, usando sapatênis e roupa social, operam verdadeiras milícias fascistas, ligadas a forças de repressão e grupos paramilitares. Quem subestimar a gravidade desta situação, realmente não entende o que se passa na vida.
Agora, como sempre, a juventude estudantil, ao lado dos trabalhadores, deve se organizar para rechaçar na prática estas hordas. Se os próprios centros universitários e a liberdade de pensamento que eles representam fossem destruídos por estas hordas, isso seria realmente o sinal dos tempos. Quem pretende “dialogar” com galinhas verdes se esquece que não pode haver conversa entre oprimido e opressor, entre Bacuri e Brilhante Ustra, entre Helenira Rezende e Curió! Na UFF, houve uma verdadeira rebelião contra os provocadores fascistas, que agrediram alguns estudantes, mas acabaram tendo que sair em uma espécie de Uber improvisado: uma ambulância do SAMU… A criação de um comitê de autodefesa na universidade, em que os estudantes tomam nas suas mãos a defesa do campus e a proteção de si e também das atividades políticas e acadêmicas no conjunto, é um marco e um exemplo que deve ser generalizado Brasil afora.
Nessas batalhas, destaca-se a juventude revolucionária do Novo MEPR, liberada das amarras das ideias erradas e intimamente ligada aos estudantes mais ativos. Nós nos educamos no combate incansável ao inimigo de classe, inspirados por tantas batalhas como as Jornadas de Junho, as Ocupações secundaristas, centenas de greves e piquetes na UFF, na Batalha da Uerj, agora nas batalhas da USP e da UFF. Quem quiser enfrentar o inimigo de classe, e não se limitar a fazer musiquinhas contra Bolsonaro; quem queira atuar na luta de massas real e não combater moinhos de vento ou seguir promessas fracassadas de pseudo-líderes fracassados, tem na prática demarcado um caminho a trilhar.
Com fascista, o lema é POUCAS IDEIAS. Este também é o exemplo heroico, marcado com sangue, vindo dos escombros da Faixa de Gaza e das selvas remotas de Chattisgarh, na Índia. Assim será!
Viva a juventude combativa!
Morte ao fascismo!

