Recentemente o Coletivo Arapuka (palavra mais que adequada para nomear mais uma das mil organizações de fachada do velho MEPR), veio a público tentar justificar a agressão e tentativa de intimidação injustificável contra uma de nossas companheiras na UFRJ. Que o caduco de ideias MEPR tem essa prática já está muito bem documentado por nós em nossas denúncias, mais uma vez, tal qual um disco arranhado, apelam para a tentativa de intimidação, falham e recorrem aos xingamentos em público.
O que nos chama atenção, desta vez, é a linguagem utilizada para nos atacar: “bandidos degenerados”, “(…) punirem os degenerados”. Parecem até um coletivo reacionário do tipo MBL falando, gritam aos quatro cantos que combatem os reacionários mas na prática agem e discursam como os próprios, talvez seja por isso que o coletivo se chama “Arapuka”? De fato são uma armadilha para qualquer revolucionário e progressista com toda pompa de radicais, combativos, grandes defensores da sua propalada “revolução agrária”, que não passa de um mito urbano, na boca de jovens militantes de Internet. Revolução implica construir novo poder, do tipo que existe nas áreas da guerra popular na Índia. Podem mostrar onde está o seu novo poder? Não há nem mesmo um processo sério de mobilização popular. Portanto, não venham nos medir com a régua das suas próprias bravatas reformistas. Na realidade são no máximo um grupo de estudos muito bem comportado, já que se retiram das assembleias e não tomam uma ação em defesa dos estudantes.
Em relação a acusação de assédio, primeiro devem se decidir se estão nos acusando de assédio moral ou sexual, pois são coisas diferentes, com implicações distintas. De qualquer modo são acusações sérias que não devem ser jogadas ao vento sem provas. A acusação de que um homem membro de seu coletivo agrediu uma mulher trans, aliás, foi espalhado pela massa, indignada com a atitude de vocês, de cercar uma companheira sozinha em um ponto de ônibus, ameaçá-la e agredi-la, ainda que não tenha sido um homem o ator do caso, continua sendo um absurdo e uma covardia sem tamanho, características de um bando desesperado, que, incapaz de responder as críticas que fazemos há 2 anos tentam nos intimidar.
Já afirmamos, com palavras e ações, que suas tentativas de nos ameaçar são vãs, só o que conseguem com isso é fortalecer nossos militantes e nos dar gás para denunciar e jogar a pá de cal no seu revisionismo, que, sustentado pelo dinheiro de acordo com patrões, trafica com o nome do Presidente Mao e joga seus ensinamentos na lata do lixo.